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Aprenda a desenhar mandalas passo a passo.

Mandalas baseados em monumentos históricos.

Simbolismo da tradição ancestral do Islã.

Ideal Para

Professores

Terapeutas

Artistas e Artesãs

Buscadoras

Meditantes

O que você irá aprender

Aula 1

Esse mandala foi inspirado na típica cerâmica da cidade de Fez ao norte.

Fez, a antiga capital do Marrocos, é uma das maiores e mais antigas cidades medievais do mundo com a fundação de uma das primeiras universidades, a de al Quaraouiyine no ano de 859, por uma mulher!

Fez é muito rica artisticamente e um uma das coisas mais típicas locais é a cerâmica cinza retirada das montanhas ao redor. Ela é pintada com azul cobalto que costumava ter em abundância na região, pintada em pratos e tagines com formas geométricas sagradas e formas das tribos do deserto.

Nessa aula iremos saber mais sobre Fez e o artesanato e iremos desenhar uma mandala tendo como referência uma louça antiga. Começaremos multiplicando divisões de seis e criando duas estrelas diferentes entrelaçadas. Usaremos a cor azul e modestas formas biomorficas.

Aula 2

Esse mandala foi inspirado em um stucco da madrasa de Bou Inania.

Stucco, ou gesso esculpido, é uma decoração utilizada principalmente para cobrir paredes e superfícies e os principais motivos predominantes na arte islâmica eram: geométricos, arabescos biomórficos (ou vegetais) e caligráficos, bem como muqarnas tridimensionais. O stucco de composição de gesso era extremamente importante na decoração arquitetônica islâmica, pois o clima relativamente seco em grande parte do mundo islâmico tornava fácil o uso desse material barato e versátil em uma variedade de espaços.

A Madrasa Bu Inania ou Madraça al-Bu’inaniya (em árabe: المدرسة أبو عنانية بفاس) é uma madraça (escola islâmica) situada na medina de Fez, Marrocos. Considerada um dos melhores exemplos da arquitetura merínida, foi construída entre 1351 e 1357. A madrassa tornou-se uma das instituições religiosas mais importantes de Fez.

Aula 3

Uma aula dedicada à cidade tão conhecida de Marrakech e inspirações de suas cores terracota. A história de Marrakech começa com sua fundação em 1062 por Ibn Tasfin, que instalou nela a sede da dinastia dos almorávidas, monges-soldados que faziam parte de grupos nômades que defendiam uma interpretação rigorosa do Islã.

Essa estrutura geométrica de divisão de 12 entrelaçado sobre hexagonos, pode ser vista em diferentes monumentos por volta de Marrakech. Aprendemos nessa aula como criar um mandala a partir de fragmentos espelhados e depois o efeito de entrelaçamento.

Aula 4

Zellij é um estilo de mosaico feito de peças de azulejos cortadas individualmente à mão. São recortados com maestria após muito treino, designs geométricos islâmicos, como padrões de estrelas radiantes. Esta forma de arte islâmica é uma das principais características da arquitetura no mundo islâmico ocidental. Pode ser encontrada na arquitetura do Marrocos, na arquitetura da Argélia, nos primeiros locais islâmicos na Tunísia e nos monumentos históricos de al-Andalus (na Península Ibérica).

Nossa inspiração será nesta composição muito comum de uma roseta de 16 pontas. No painel original ela se estende para acomodar estrelas de 8 pontas em uma tecelagem de hexágonos. Nesse primeiro passo, iremos construir apenas o centro da roseta e incluir 16 divisões.

Dei o nome de “brisa de zellij” pois a o material de cerâmica deixa o ambiente fresco em um país dominado pelo clima do Sahara.

Aula 5

O Palácio El Badi em Marrakech foi construído em 1578 pelo sultão Ahmed el-Mansour para comemorar a derrota dos portugueses durante a Batalha dos Três Reis e foi todo construído com o resgate pago pelos portuguese! Mas hoje… é só ruínas. A queda do palácio começou no final do século XVII, quando o sultão Moulay Ismail decidiu transferir a capital do Marrocos de Marrakech para Meknes. Este último saqueou inteiramente o palácio e usou suas decorações para vestir os edifícios de sua nova capital, Meknes.

O mandala dessa aula será inspirado nessa rara pintura de autor desconhecido achado nas tumbas Saadinas acerca do palácio e hoje exibida no museu de El Badi. O mandala tem uma estrutura de 12 divisões e cuidadosamente entrelaçado. Pinturas assim eram bem raras na época, sempre sendo preferido como base de obras, o zellij, stucco, madeira ou metal.

Aula 6

O desenho desse mandala foi inspirado nos Muxarabis, os lindos painéis de janelas vazadas. E para colorir nos inspiramos nos oasis do Sahara.

Muxarabi é uma janela vazada ou balcão suspenso e vazado colocado adiante de portas ou janelas. É um elemento arquitetônico característico da arquitetura tradicional do mundo islâmico e feito com um elaborado trabalho de encaixe de madeira e entalhamento das formas geométricas harmônicas. Era tradicionalmente usado para capturar e resfriar passivamente o vento. É o precursor do cobogó, presente na arquitetura moderna brasileira.

O oásis para os nativos dessas regiões desertas é considerado como algo divino, haja visto que somente o deserto do Saara, localizado ao norte da África e que é o segundo maior do planeta, possui 9 milhões de quilômetros quadrados e o maior oasis esta no Marrocos.

Aula 7

A arte do Zouak é uma técnica tradicional de pintura em madeira nativa do Marrocos. Os artesãos de Zouak trabalham com apenas um punhado de materiais, mas se baseiam em centenas de anos de história e herança. As obras de Zouak têm um estilo distintamente marroquino.

A Inspiração para o desenho do nosso Mandala “Zouak” esta presente em diferentes monumentos, como pode ver nas fotos, desde um mosaico de zillig na Madrasa de Bou Inanya em Fez, uma porta de madeira na Riad Idrissy em Fez também o no teto de madeira esculpida das tumbas Saadianas em Marrakesh. Para colorir vamos nos inspirar no estilo “zouak”, com cores terrosas e detalhes como linhas, pontos e flores em contrastes com a cor de fundo.

Aula 8

A Inspiração para o desenho do nosso Mandala “Al-Nur” é de um painel de zillij, de uma casa antiga em Marrakech, Dar El Bacha.

No momento de colorir, me inspirei nas lamparinas, muito comuns e típicas do Marrocos. Usei canetas metálicas dourada, prateada e azuis e por isso também dei o nome de Al-Nur, pensando na beleza e na importância simbólica da luz no caminho espiritual, de nos tornarmos seres mais conscientes no mundo das sombras do temor e da desigualdade.

Schuon faz a importante conexão entre a prática espiritual e o simbolismo da Luz Divina: “Ser homem é invocar Deus. É preciso lembrar aqui o Versículo de Luz: oferecer a alma ao Nome divino como o azeite se oferece à chama da lamparina. A lâmpada é o santuário do Coração, a chama é a Invocação, a luz é o Nome.”

Cada video aula acompanha um documento PDF explicando em texto e imagem de cada

passo da construção do mandala. Assim fica fácil de entender, acompanhar e fazer anotações.

BÔNUS:

​”O Mandala de Romã de Madrid foi criado uns dias antes de eu embarcar ao Marrocos. Eu estava em Madrid, na Espanha e passei pelas escadarias do Centro Centro e me deslumbrei com os lindos azulejos nas paredes. Tirei uma foto e passei a tarde fazendo esse mandala cheio de arte, história e técnica.”

BÔNUS:

– Técnicas de pintura aquarela;
– Como desenhar uma rosa a mão livre;
– Figuras biomórficas de decoração;
– Noções de geometria para criar outros mandalas;
– Técnica de “tecelar” repetindo padrões dentro de uma matriz.
– Como conectar o coração com tudo que se faz;
– Criar beleza para sua casa ou um espaço sagrado;

  • Participe a CADA DOIS MESES do encontro Online “Roda Aurea” com todos alunos da escola para compartilhar e aprender mais com Tiffani.

  • Todo ano publicamos um E-book com os trabalhos das alunas, gratuitamente!

  • Faça parte da comunidade compartilhando arte e conhecimento na nossa página exclusiva dos alunos no facebook.

Depoimentos

A experiência das estudantes.

Passando para o lado você poderá navegar entre os diversos vídeos, com recortes das falas de nossas estudantes.

Tiffani Gyatso

Sobre Nós

TIFFANI GYATSO cresceu em uma comunidade espiritual eclética que seus pais fundaram no interior de São Paulo, o Retiro Tao Tien. Estar na natureza, desenhar tudo que via ao seu redor e conviver com os animais, especialmente seus cavalos, que montava todos os dias, marcou a essência de seu espírito livre e buscador.

 

Na adolescência viveu por dois anos em um veleiro, que depois trocou por uma experiência de viver em uma tribo aborígene na Australia por meio ano.

 

​Mas foi em uma viagem de motorhome que ela fez com a família da Europa até a Mongólia que ela descobriu as artes sacras do budismo tibetano e seguindo esse chamado foi para Índia em 2003 e foi aceita como primeira ocidental a estudar na escola de artes fundada por S.S o Dalai Lama, onde residiu até 2006.

 

​Publicou seu primeiro livro “Vida e Thangka” na India e depois no Brasil em 2009. O livro conta com prefácio de Lya Luft.

 

​Sua busca de conectar o sagrado e a arte a levou anos depois a fazer varias especializações em geometria islâmica no Prince School em Londres (2016-19) onde recebeu o maior ensinamento sobre mandalas e a geometria de uma forma organica e profunda.

 

Em 2017 se formou em Licenciatura em Artes Plásticas na Faculdade Dulcina de Moraes, Brasilia, DF.

 

Em 2016 incluiu a experiência da dança como autoconhecimento e combustão à um corpo de criatividade ingressando na escola Choreosophia idealizada por uma de suas principais mentoras Yumma Mudra (França) e Raji (Marrocos).

 

​Executou e coordenou o que seria um dos seus maiores projetos: pintar os murais do templo budista em Viamao, RS (2007-12) na comunidade de Lama Padma Samten – um projeto de 5 anos.

 

Em 2017 realizou um de seus sonhos e fundou o Atelier YabYum, um centro de retiros de arte para o despertar da consciencia nas montanhas de sua infância. Ela oferece workshops de arte sacra do budismo tibetano, geometria sagrada e pintura intuitiva no Brasil todo, Peru, Chile, EUA, India e Nepal para onde também guia grupos anualmente.

 

Além das artes tradicionais, ela desenvolve suas obras contemporâneas o qual inclui a equoterapia (com cavalos) para estimular sua percepção dos sentidos e criar à partir de um espaço intuitivo e de auto investigação, traduzindo em códigos pessoais que viram arte com grande beleza e sensibilidade.

Marjorie Jonsson

Sobre Nós

MARJORIE JONSSON formou-se em administração de empresas pela PUCRS, ex-consultora Sebrae/RS e possui cursos de extensão na área de marketing. 

Praticante do mandala sagrado.

Cantora, compositora e desenhista nas horas vagas, aprendiz aqui na escola.

F.A.Q

As aulas são todas gravadas e você poderá começar imediatamente após a compensação da contribuição. O acesso é enviado pela plataforma Hotmart em seu e-mail.

Não, o curso é todo gravado.

O curso é todo em português, entretanto como o curso é de desenho, temos aulas falantes de outros idiomas.

O acesso é vitalício.

Não é necessário saber desenhar para fazer o curso. Os mandalas com base na geometria sagrada partem de divisões geométricas simples.

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